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Óleo de CBD no tratamento do cancro: benefícios e riscos

Óleo de CBD no tratamento do cancro: benefícios e riscos

Uma dessas terapias alternativas que tem ganho popularidade nos últimos anos é o óleo de CBD. CBD, ou canabidiol, é um composto derivado da planta de cânhamo que é conhecido pelos seus potenciais benefícios para a saúde. O óleo de CBD está amplamente disponível e tem sido comercializado como um remédio natural para uma variedade de condições de saúde, incluindo o cancro.

Óleo de CBD no tratamento do cancro: benefícios e riscos
Óleo de CBD no tratamento do cancro: benefícios e riscos

No entanto, apesar do crescente interesse no óleo de CBD como um potencial tratamento para o cancro, ainda há muito que não é totalmente compreendido sobre os seus benefícios e riscos. Neste artigo, vamos analisar os benefícios e riscos do uso do óleo de CBD para o tratamento do cancro e o que é que este óleo pode e não pode fazer para pacientes com cancro. Ao fazê-lo, esperamos ajudar os leitores a tomar decisões informadas sobre o uso do óleo de CBD na sua própria jornada de tratamento da doença.

Benefícios do Óleo de CBD para o Cancro

O óleo de CBD tem sido apontado como um potencial tratamento para o cancro devido aos seus efeitos anti-tumorais relatados e à capacidade de aliviar sintomas associados ao cancro e respectivos tratamentos. Embora sejam necessárias mais pesquisas para compreender totalmente os efeitos do óleo de CBD no cancro, aqui estão alguns dos benefícios potenciais já conhecidos e documentados:

  • Efeitos anti-tumorais: Estudos demonstraram que o CBD pode ter efeitos anti-tumorais ao induzir a morte celular e inibir o crescimento das células cancerígenas. O CBD demonstrou ter propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes, o que pode contribuir para os seus potenciais efeitos anti-cancerígenos. Embora sejam necessárias mais pesquisas, estudos iniciais mostraram resultados promissores no uso de CBD para tratar cancros da mama, pulmão, cólon e próstata.
  • Alívio da dor: Os pacientes com cancro frequentemente experimentam dor devido à própria doença ou como efeito secundário de tratamentos, como a quimioterapia ou a radioterapia. O óleo de CBD demonstrou ter propriedades analgésicas, o que pode torná-lo uma ferramenta útil no controlo da dor relacionada com o cancro. Um estudo publicado no Journal of Pain and Symptom Management descobriu que os pacientes com cancro que usaram óleo de CBD experimentaram reduções significativas na dor em comparação com aqueles que receberam um placebo.
  • Efeitos anti-inflamatórios: A inflamação é um fator comum em muitos tipos de cancro, e o CBD demonstrou ter propriedades anti-inflamatórias. O CBD demonstrou reduzir a produção de citocinas, que são proteínas que contribuem para a inflamação. Ao reduzir a inflamação, o CBD pode ajudar a abrandar a progressão do cancro e aliviar sintomas associados à inflamação, como dor e inchaço.
  • Redução de efeitos secundários da quimioterapia: A quimioterapia é um tratamento comum do cancro que pode causar uma série de efeitos secundários desagradáveis, incluindo náuseas, vómitos e perda de apetite. O óleo de CBD demonstrou aliviar a náusea e os vómitos relacionados à quimioterapia, bem como aumentar o apetite em pacientes com cancro. No mesmo estudo mencionado anteriormenete, conclui-se que os pacientes com cancro que usaram óleo de CBD experimentaram reduções significativas na náusea e vómitos em comparação com aqueles que receberam um placebo.

 

Riscos do óleo de CBD para o Cancro

Existem riscos e efeitos secundários potenciais que devem ser considerados antes de usar óleo de CBD como opção de tratamento. Aqui estão alguns dos riscos associados ao uso do óleo de CBD para o cancro:

  • Falta de regulamentação e padronização: A indústria do CBD é amplamente não regulamentada, o que significa que existe o potencial de rotulagem inadequada, impurezas e inconsistências na dosagem. Esta falta de regulamentação torna difícil para os pacientes saberem o que estão a tomar e quanto tomar, o que pode ser perigoso, especialmente para pacientes com cancro que já são vulneráveis.
  • Interações medicamentosas: O CBD pode interagir com outros tratamentos e medicamentos para o cancro, alterando potencialmente sua eficácia ou aumentando o risco de efeitos secundários. É importante falar com um profissional de saúde antes de usar o CBD em conjunto com outros tratamentos para garantir que não haja interações negativas.
  • Efeitos secundários: Embora o CBD seja geralmente considerado seguro, pode causar efeitos secundários como boca seca, tonturas e alterações do apetite. Estes efeitos secundários são geralmente leves e desaparecem por si próprios, mas em alguns casos, podem ser mais graves e exigirem atenção médica.
  • Potencial para dependência: Embora se desconheça se o CBD seja viciante da mesma forma que é o THC (o composto psicoativo da marijuana), ainda há um risco de dependência ou vício com o uso do CBD. Esse risco é particularmente relevante para pacientes com cancro, que podem ser mais suscetíveis à dependência devido ao stress e dor associados à doença.

É importante notar que os riscos associados ao uso do óleo de CBD para o cancro são em grande parte devido à falta de regulamentação e padronização na indústria. Para mitigar esses riscos, é importante obter produtos de CBD de qualidade de fabricantes respeitáveis e falar com um profissional de saúde antes de usar o CBD como opção de tratamento. Hoje em dia já é bastante fácil comprar CBD online, existindo diversas lojas especializadas a comercializarem estes produtos.

 

Conclusão

O óleo de CBD tem mostrado resultados positivos no tratamento do cancro e dos seus sintomas associados mas não deixa de ser um composto com atenção relativamente recente pelo que, naturalmente, é necessária mais investigação na área para se compreender totalmente os seus riscos e benefícios. Embora estudos iniciais tenham mostrado resultados promissores no uso de CBD para aliviar a dor, a inflamação e a náusea relacionadas com o cancro, também existem riscos e efeitos colaterais potenciais que devem ser considerados antes de usar o CBD como opção de tratamento.

É importante que os pacientes com cancro falem com um profissional de saúde antes de usar o óleo de CBD como opção de tratamento, especialmente em conjunto com outros tratamentos e medicamentos. O óleo de CBD não deve ser visto como um substituto para tratamentos tradicionais para o cancro, mas sim como uma terapia complementar que pode ajudar a aliviar os sintomas e potencialmente retardar a progressão da doença.

Ao considerar o uso do óleo de CBD para ajudar no combate a esta doença, é importante obter produtos de fabricantes respeitáveis e ler cuidadosamente os rótulos para garantir que o produto contenha a quantidade desejada de CBD e seja livre de impurezas. Os pacientes também devem estar cientes do potencial de interações entre medicamentos e efeitos secundários, e devem sempre procurar um médico se experimentarem quaisquer efeitos adversos.

Conforme a indústria de CBD se torna mais regulamentada, é provável que mais investigação seja realizadas sobre o uso do CBD para o tratamento do cancro, o que pode levar ao desenvolvimento de opções de tratamento novas e mais eficazes para pacientes com a doença.

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Óleo de CBD no tratamento do cancro: benefícios e riscos

O cancro é uma doença complexa e devastadora que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o cancro é a segunda principal causa de morte a nível global e é responsável por cerca de 10 milhões de mortes em 2020. Apesar dos avanços no tratamento do cancro, a doença continua a ser uma grande preocupação de saúde pública, com muitos pacientes e seus entes queridos a procurar terapias alternativas para aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida.

Uma dessas terapias alternativas que tem ganho popularidade nos últimos anos é o óleo de CBD. CBD, ou canabidiol, é um composto derivado da planta de cânhamo que é conhecido pelos seus potenciais benefícios para a saúde. O óleo de CBD está amplamente disponível e tem sido comercializado como um remédio natural para uma variedade de condições de saúde, incluindo o cancro.No entanto, apesar do crescente interesse no óleo de CBD como um potencial tratamento para o cancro, ainda há muito que não é totalmente compreendido sobre os seus benefícios e riscos. Neste artigo, vamos analisar os benefícios e riscos do uso do óleo de CBD para o tratamento do cancro e o que é que este óleo pode e não pode fazer para pacientes com cancro. Ao fazê-lo, esperamos ajudar os leitores a tomar decisões informadas sobre o uso do óleo de CBD na sua própria jornada de tratamento da doença.

Benefícios do Óleo de CBD para o Cancro

O óleo de CBD tem sido apontado como um potencial tratamento para o cancro devido aos seus efeitos anti-tumorais relatados e à capacidade de aliviar sintomas associados ao cancro e respectivos tratamentos. Embora sejam necessárias mais pesquisas para compreender totalmente os efeitos do óleo de CBD no cancro, aqui estão alguns dos benefícios potenciais já conhecidos e documentados:

  • Efeitos anti-tumorais: Estudos demonstraram que o CBD pode ter efeitos anti-tumorais ao induzir a morte celular e inibir o crescimento das células cancerígenas. O CBD demonstrou ter propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes, o que pode contribuir para os seus potenciais efeitos anti-cancerígenos. Embora sejam necessárias mais pesquisas, estudos iniciais mostraram resultados promissores no uso de CBD para tratar cancros da mama, pulmão, cólon e próstata.
  • Alívio da dor: Os pacientes com cancro frequentemente experimentam dor devido à própria doença ou como efeito secundário de tratamentos, como a quimioterapia ou a radioterapia. O óleo de CBD demonstrou ter propriedades analgésicas, o que pode torná-lo uma ferramenta útil no controlo da dor relacionada com o cancro. Um estudo publicado no Journal of Pain and Symptom Management descobriu que os pacientes com cancro que usaram óleo de CBD experimentaram reduções significativas na dor em comparação com aqueles que receberam um placebo.
  • Efeitos anti-inflamatórios: A inflamação é um fator comum em muitos tipos de cancro, e o CBD demonstrou ter propriedades anti-inflamatórias. O CBD demonstrou reduzir a produção de citocinas, que são proteínas que contribuem para a inflamação. Ao reduzir a inflamação, o CBD pode ajudar a abrandar a progressão do cancro e aliviar sintomas associados à inflamação, como dor e inchaço.
  • Redução de efeitos secundários da quimioterapia: A quimioterapia é um tratamento comum do cancro que pode causar uma série de efeitos secundários desagradáveis, incluindo náuseas, vómitos e perda de apetite. O óleo de CBD demonstrou aliviar a náusea e os vómitos relacionados à quimioterapia, bem como aumentar o apetite em pacientes com cancro. No mesmo estudo mencionado anteriormenete, conclui-se que os pacientes com cancro que usaram óleo de CBD experimentaram reduções significativas na náusea e vómitos em comparação com aqueles que receberam um placebo.

Riscos do óleo de CBD para o Cancro

Existem riscos e efeitos secundários potenciais que devem ser considerados antes de usar óleo de CBD como opção de tratamento. Aqui estão alguns dos riscos associados ao uso do óleo de CBD para o cancro:

  • Falta de regulamentação e padronização: A indústria do CBD é amplamente não regulamentada, o que significa que existe o potencial de rotulagem inadequada, impurezas e inconsistências na dosagem. Esta falta de regulamentação torna difícil para os pacientes saberem o que estão a tomar e quanto tomar, o que pode ser perigoso, especialmente para pacientes com cancro que já são vulneráveis.
  • Interações medicamentosas: O CBD pode interagir com outros tratamentos e medicamentos para o cancro, alterando potencialmente sua eficácia ou aumentando o risco de efeitos secundários. É importante falar com um profissional de saúde antes de usar o CBD em conjunto com outros tratamentos para garantir que não haja interações negativas.
  • Efeitos secundários: Embora o CBD seja geralmente considerado seguro, pode causar efeitos secundários como boca seca, tonturas e alterações do apetite. Estes efeitos secundários são geralmente leves e desaparecem por si próprios, mas em alguns casos, podem ser mais graves e exigirem atenção médica.
  • Potencial para dependência: Embora se desconheça se o CBD seja viciante da mesma forma que é o THC (o composto psicoativo da marijuana), ainda há um risco de dependência ou vício com o uso do CBD. Esse risco é particularmente relevante para pacientes com cancro, que podem ser mais suscetíveis à dependência devido ao stress e dor associados à doença.

É importante notar que os riscos associados ao uso do óleo de CBD para o cancro são em grande parte devido à falta de regulamentação e padronização na indústria. Para mitigar esses riscos, é importante obter produtos de CBD de qualidade de fabricantes respeitáveis e falar com um profissional de saúde antes de usar o CBD como opção de tratamento. Hoje em dia já é bastante fácil comprar CBD online, existindo diversas lojas especializadas a comercializarem estes produtos.

Conclusão

O óleo de CBD tem mostrado resultados positivos no tratamento do cancro e dos seus sintomas associados mas não deixa de ser um composto com atenção relativamente recente pelo que, naturalmente, é necessária mais investigação na área para se compreender totalmente os seus riscos e benefícios. Embora estudos iniciais tenham mostrado resultados promissores no uso de CBD para aliviar a dor, a inflamação e a náusea relacionadas com o cancro, também existem riscos e efeitos colaterais potenciais que devem ser considerados antes de usar o CBD como opção de tratamento.

É importante que os pacientes com cancro falem com um profissional de saúde antes de usar o óleo de CBD como opção de tratamento, especialmente em conjunto com outros tratamentos e medicamentos. O óleo de CBD não deve ser visto como um substituto para tratamentos tradicionais para o cancro, mas sim como uma terapia complementar que pode ajudar a aliviar os sintomas e potencialmente retardar a progressão da doença.

Ao considerar o uso do óleo de CBD para ajudar no combate a esta doença, é importante obter produtos de fabricantes respeitáveis e ler cuidadosamente os rótulos para garantir que o produto contenha a quantidade desejada de CBD e seja livre de impurezas. Os pacientes também devem estar cientes do potencial de interações entre medicamentos e efeitos secundários, e devem sempre procurar um médico se experimentarem quaisquer efeitos adversos.

Conforme a indústria de CBD se torna mais regulamentada, é provável que mais investigação seja realizadas sobre o uso do CBD para o tratamento do cancro, o que pode levar ao desenvolvimento de opções de tratamento novas e mais eficazes para pacientes com a doença.

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Cbd Alzaimer e demencia

Óleo de CBD para Alzheimer e demência: como usar e dosear O cânhamo e o óleo CBD foram federalmente legalizados com a Farm Bill de 2018, mas os cientistas têm vindo a investigar o canabidiol e os seus potenciais benefícios durante muitos anos antes do boom do canábis. Os produtos da CDB estão a ganhar popularidade a um ritmo acelerado, principalmente devido ao número de condições potencialmente aliviadas por este composto. Os investigadores estão a descobrir novos sintomas com os quais a CDB pode ser capaz de tratar ou ajudar de alguma forma – da ansiedade à inflamação e doenças neurodegenerativas como a demência. A CDB pode fornecer ajuda de emergência a milhares de pessoas em todo o país. Neste artigo, irei analisar especificamente a potencial utilização da CDB para a demência e os danos colaterais que esta provoca nos indivíduos que sofrem desta doença. Gostaria de explicar os meandros da utilização do óleo de CDB, como pode interagir com a demência, e guiá-lo através das marcas que actualmente oferecem os melhores produtos de CDB no mercado. O que é a demência? A demência não é uma doença em si mesma. Em vez disso, é um grupo de condições que prejudicam o funcionamento do seu cérebro. Em geral, a demência caracteriza-se pela deficiência de pelo menos duas funções cerebrais importantes, tais como o julgamento deficiente e a perda de memória. Na realidade, qualquer forma de demência pode comprometer a função cognitiva. Como em qualquer condição de saúde, existem certos sintomas que podem ajudar a diagnosticar a demência, nomeadamente Imparidade das funções motoras e coordenação A perda de memória é normalmente notada em primeiro lugar por um membro da família próxima Mudanças de personalidade Dificuldade na resolução de problemas ou raciocínio Ansiedade, agitação, depressão ou paranóia Confusão Alucinações e comportamentos incómodos Dificuldades no tratamento de tarefas complexas A demência é o mesmo que a doença de Alzheimer? Alzheimer é a forma mais comum de demência, pelo que a demência é apenas uma categoria à qual a doença de Alzheimer pertence. No entanto, existem outras formas de demência para além da doença de Alzheimer. A demência pode ser categorizada em quatro tipos diferentes: Demência frontotemporal: o tipo em que as células nervosas nos lobos temporal e frontal do cérebro se degeneram. A demência frontotemporal afecta as partes do cérebro que controlam o comportamento, a linguagem e a personalidade Lewy Body Dementia: a forma mais comum de demência progressiva, Lewy Body Dementia ocorre quando tufos anormais de proteínas começam a formar-se no cérebro. Demência vascular: esta é a segunda forma mais comum de demência. É causado por danos nos vasos sanguíneos que restringem o fluxo directo de sangue para o cérebro e pode levar ao bloqueio dos vasos sanguíneos ou a um AVC. Demência mista: isto envolve tipicamente uma combinação da doença de Alzheimer e outras formas de demência. Enquanto o Alzheimer pode afectar pessoas com mais de 65 anos, a demência mista ocorre com uma maior progressão. Quais são os benefícios da CDB para a demência? A CDB tem sido sugerida pelos investigadores como uma alternativa natural para muitas condições graves, incluindo as que envolvem perda de memória, ansiedade e distúrbios do sono. A CDB é um potente antioxidante, anti-inflamatório e neuroprotector, pelo que pode melhorar muito a função cerebral, o que é crucial para abrandar e travar a progressão de doenças neurodegenerativas. Explico abaixo como o óleo de CDB pode melhorar várias formas de demência com base nas últimas descobertas científicas. 1. doença de Alzheimer A investigação mostra uma ligação clara entre a CDB e a redução da inflamação e da decomposição das células cerebrais. A inflamação aumenta o impacto negativo da doença de Alzheimer. É uma causa central desta condição. Quanto mais inflamado for o cérebro, maiores serão os danos. Os doentes de Alzheimer mostram frequentemente um caminho de rápido declínio e degeneração das células cerebrais em certas regiões. Os investigadores descobriram recentemente que a CDB tem potencial para melhorar a plasticidade da região do hipocampo – a parte do cérebro responsável pela função cognitiva e formação da memória. Em ensaios clínicos, os investigadores descobriram que o sistema endocannabinoide está envolvido na neurotransmissão, neuropatologia e neurobiologia de várias formas de demência, incluindo a doença de Alzheimer. 2. Demência vascular Como mencionado, as pessoas que têm demência vascular enfrentam tipicamente problemas de planeamento, raciocínio, memória, julgamento e outros processos de pensamento devido a danos cerebrais devido à redução do fluxo sanguíneo para o seu cérebro. Um estudo de 2016 do Instituto Nacional de Saúde (NIH) descobriu que a activação de receptores canabinóides no cérebro promovia a restauração do fluxo sanguíneo para o cérebro. 3. demência da doença de Parkinson A Parkinson é uma doença neurodegenerativa progressiva que afecta principalmente pessoas de meia-idade e idosos. Alguns sintomas de demência podem ser o resultado da doença de Parkinson – chamada demência por doença de Parkinson. Os investigadores sugerem que a doença de Parkinson pode ter origem na redução da produção de dopamina e é mais frequentemente expressa pela tensão muscular, tremores e movimentos lentos e com falhas. Um desequilíbrio digestivo também pode ser um factor significativo no desenvolvimento da doença de Parkinson e na gravidade dos seus sintomas. Os canabinóides como a CDB demonstraram produzir efeitos neuroprotectores e antioxidantes no cérebro, que juntamente com as suas propriedades anti-inflamatórias podem ser eficazes no combate à demência induzida pela doença de Parkinson. 4. Demência de Corpos de Lewy Bodies Lewy Bodies é um nome científico para depósitos de proteína alfa-sinucleína no cérebro. Estas acumulações podem levar a problemas de julgamento, sono, comportamento, movimento e disposição. A investigação descobriu que a CDB pode reduzir a ansiedade e estabilizar o humor. Além disso, os efeitos anti-inflamatórios da CDB podem reduzir a gravidade dos sintomas motores e ajudar na regulação do sono. 5. Demência frontotemporal Como o cérebro perde mais células nos seus lóbulos frontais ou temporais, isto pode desencadear sintomas de depressão e psicose. Ao contrário de muitos medicamentos antipsicóticos, a CDB pode aliviar os tremores, ansiedade e rigidez sem os efeitos secundários associados aos medicamentos prescritos. 6. Doença de Huntington – demência Esta doença, também conhecida como coréia de Huntington, é uma doença hereditária que leva à degeneração de células cerebrais – o que muitas vezes resulta em sintomas de demência. Os primeiros sintomas desta condição são frequentemente ligeiros e envolvem problemas de humor e concentração. À medida que a doença progride, uma pessoa pode sofrer de uma falta geral de coordenação e de uma marcha instável (movimento de marcha). Um estudo realizado em 2016 por investigadores da Universidade de Madrid concluiu que as propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias da CDB podem ser benéficas na gestão da doença de Huntington e são seguras mesmo em doses muito elevadas. O que dizem os peritos sobre o petróleo e a demência da CDB Os investigadores utilizarão um Sativex de CBD/THC spray oral para tratar pacientes com demência no primeiro grande ensaio no Reino Unido. O estudo foi dirigido por investigadores do King’s College London e financiado pela Alzheimer’s Research UK. Os investigadores estudarão a eficácia do Sativex, um medicamento já aprovado para pacientes com esclerose múltipla, observando 60 pacientes com idades entre os 55-90 anos que vivem em lares de idosos durante a duração do ensaio. O estudo visará aliviar a agressão e a agitação, um dos principais sintomas da demência. Dag Aarsland, um psiquiatra e o professor que dirige o julgamento, diz: “As pessoas associam frequentemente a doença de Alzheimer a problemas de memória, mas este é apenas um aspecto de uma condição complexa que pode afectar as pessoas de diferentes formas. Muitas pessoas com Alzheimer podem tornar-se agitadas ou agressivas, e isto pode causar dificuldades para a pessoa com a doença e para aqueles que lhe são próximos”. Se extractos de espectro total se revelarem eficazes como tratamento para a demência, isto pode ser um avanço para a medicina moderna, dado que os investigadores têm lutado para encontrar soluções eficazes há quase duas décadas. “Sem novos tratamentos para a demência em mais de 15 anos, é fundamental que testemos uma vasta gama de abordagens para encontrar formas eficazes de ajudar as pessoas que vivem com a doença”, disse David Reynolds, Ph.D., da Alzheimer Research U.K. Reynolds salienta a importância de encontrar um medicamento que não só abrande ou pare a progressão da demência, mas também beneficie o desempenho diário das pessoas. “Com base em alguns estudos preliminares noutras populações, tais como indivíduos mais jovens com doença bipolar e esquizofrenia, bem como estudos com animais, há pelo menos alguma razão para teorizar que estes medicamentos teriam um benefício”, segue o Dr. Nathan Herrmann, chefe do departamento de psiquiatria geriátrica do Centro de Ciências da Saúde de Sunnybrook, no Canadá, que mostra apoio aos seus colegas no Reino Unido. O Sativex tem quantidades iguais de THC e CBD. O óleo de cânhamo derivado de CBD contém apenas 0,3% de THC, e não há estudos que examinem os efeitos desta solução de canábis na demência. Qual é a melhor dose de óleo de CDB para a demência? Não existem directrizes de dosagem específicas quando se trata de utilizar óleo de CDB para a demência. No entanto, foram realizados vários estudos sobre a eficácia de diferentes doses de CDB para doentes de Alzheimer.

Óleo de CBD para Alzheimer e demência: como usar e dosear

O cânhamo e o óleo CBD foram federalmente legalizados com a Farm Bill de 2018, mas os cientistas têm vindo a investigar o canabidiol e os seus potenciais benefícios durante muitos anos antes do boom do canábis.

Os produtos da CDB estão a ganhar popularidade a um ritmo acelerado, principalmente devido ao número de condições potencialmente aliviadas por este composto.

Os investigadores estão a descobrir novos sintomas com os quais a CDB pode ser capaz de tratar ou ajudar de alguma forma – da ansiedade à inflamação e doenças neurodegenerativas como a demência. A CDB pode fornecer ajuda de emergência a milhares de pessoas em todo o país.

Neste artigo, irei analisar especificamente a potencial utilização da CDB para a demência e os danos colaterais que esta provoca nos indivíduos que sofrem desta doença.

Gostaria de explicar os meandros da utilização do óleo de CDB, como pode interagir com a demência, e guiá-lo através das marcas que actualmente oferecem os melhores produtos de CDB no mercado.

O que é a demência?

A demência não é uma doença em si mesma. Em vez disso, é um grupo de condições que prejudicam o funcionamento do seu cérebro.

Em geral, a demência caracteriza-se pela deficiência de pelo menos duas funções cerebrais importantes, tais como o julgamento deficiente e a perda de memória. Na realidade, qualquer forma de demência pode comprometer a função cognitiva.

Como em qualquer condição de saúde, existem certos sintomas que podem ajudar a diagnosticar a demência, nomeadamente

  • Imparidade das funções motoras e coordenação
  • A perda de memória é normalmente notada em primeiro lugar por um membro da família próxima
  • Mudanças de personalidade
  • Dificuldade na resolução de problemas ou raciocínio
  • Ansiedade, agitação, depressão ou paranóia
  • Confusão
  • Alucinações e comportamentos incómodos
  • Dificuldades no tratamento de tarefas complexas

A demência é o mesmo que a doença de Alzheimer?

Alzheimer é a forma mais comum de demência, pelo que a demência é apenas uma categoria à qual a doença de Alzheimer pertence. No entanto, existem outras formas de demência para além da doença de Alzheimer.

A demência pode ser categorizada em quatro tipos diferentes:

  1. Demência frontotemporal: o tipo em que as células nervosas nos lobos temporal e frontal do cérebro se degeneram. A demência frontotemporal afecta as partes do cérebro que controlam o comportamento, a linguagem e a personalidade
  2. Lewy Body Dementia: a forma mais comum de demência progressiva, Lewy Body Dementia ocorre quando tufos anormais de proteínas começam a formar-se no cérebro.
  3. Demência vascular: esta é a segunda forma mais comum de demência. É causado por danos nos vasos sanguíneos que restringem o fluxo directo de sangue para o cérebro e pode levar ao bloqueio dos vasos sanguíneos ou a um AVC.
  4. Demência mista: isto envolve tipicamente uma combinação da doença de Alzheimer e outras formas de demência. Enquanto o Alzheimer pode afectar pessoas com mais de 65 anos, a demência mista ocorre com uma maior progressão.

Quais são os benefícios da CDB para a demência?

A CDB tem sido sugerida pelos investigadores como uma alternativa natural para muitas condições graves, incluindo as que envolvem perda de memória, ansiedade e distúrbios do sono.

A CDB é um potente antioxidante, anti-inflamatório e neuroprotector, pelo que pode melhorar muito a função cerebral, o que é crucial para abrandar e travar a progressão de doenças neurodegenerativas.

Explico abaixo como o óleo de CDB pode melhorar várias formas de demência com base nas últimas descobertas científicas.

1. doença de Alzheimer

A investigação mostra uma ligação clara entre a CDB e a redução da inflamação e da decomposição das células cerebrais.

A inflamação aumenta o impacto negativo da doença de Alzheimer. É uma causa central desta condição. Quanto mais inflamado for o cérebro, maiores serão os danos.

Os doentes de Alzheimer mostram frequentemente um caminho de rápido declínio e degeneração das células cerebrais em certas regiões. Os investigadores descobriram recentemente que a CDB tem potencial para melhorar a plasticidade da região do hipocampo – a parte do cérebro responsável pela função cognitiva e formação da memória.

Em ensaios clínicos, os investigadores descobriram que o sistema endocannabinoide está envolvido na neurotransmissão, neuropatologia e neurobiologia de várias formas de demência, incluindo a doença de Alzheimer.

2. Demência vascular

Como mencionado, as pessoas que têm demência vascular enfrentam tipicamente problemas de planeamento, raciocínio, memória, julgamento e outros processos de pensamento devido a danos cerebrais devido à redução do fluxo sanguíneo para o seu cérebro.

Um estudo de 2016 do Instituto Nacional de Saúde (NIH) descobriu que a activação de receptores canabinóides no cérebro promovia a restauração do fluxo sanguíneo para o cérebro.

3. demência da doença de Parkinson

A Parkinson é uma doença neurodegenerativa progressiva que afecta principalmente pessoas de meia-idade e idosos. Alguns sintomas de demência podem ser o resultado da doença de Parkinson – chamada demência por doença de Parkinson.

Os investigadores sugerem que a doença de Parkinson pode ter origem na redução da produção de dopamina e é mais frequentemente expressa pela tensão muscular, tremores e movimentos lentos e com falhas.

Um desequilíbrio digestivo também pode ser um factor significativo no desenvolvimento da doença de Parkinson e na gravidade dos seus sintomas. Os canabinóides como a CDB demonstraram produzir efeitos neuroprotectores e antioxidantes no cérebro, que juntamente com as suas propriedades anti-inflamatórias podem ser eficazes no combate à demência induzida pela doença de Parkinson.

4. Demência de Corpos de Lewy Bodies

Lewy Bodies é um nome científico para depósitos de proteína alfa-sinucleína no cérebro. Estas acumulações podem levar a problemas de julgamento, sono, comportamento, movimento e disposição.

A investigação descobriu que a CDB pode reduzir a ansiedade e estabilizar o humor. Além disso, os efeitos anti-inflamatórios da CDB podem reduzir a gravidade dos sintomas motores e ajudar na regulação do sono.

5. Demência frontotemporal

Como o cérebro perde mais células nos seus lóbulos frontais ou temporais, isto pode desencadear sintomas de depressão e psicose. Ao contrário de muitos medicamentos antipsicóticos, a CDB pode aliviar os tremores, ansiedade e rigidez sem os efeitos secundários associados aos medicamentos prescritos.

6. Doença de Huntington – demência

Esta doença, também conhecida como coréia de Huntington, é uma doença hereditária que leva à degeneração de células cerebrais – o que muitas vezes resulta em sintomas de demência.

Os primeiros sintomas desta condição são frequentemente ligeiros e envolvem problemas de humor e concentração. À medida que a doença progride, uma pessoa pode sofrer de uma falta geral de coordenação e de uma marcha instável (movimento de marcha).

Um estudo realizado em 2016 por investigadores da Universidade de Madrid concluiu que as propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias da CDB podem ser benéficas na gestão da doença de Huntington e são seguras mesmo em doses muito elevadas.

O que dizem os peritos sobre o petróleo e a demência da CDB

Os investigadores utilizarão um Sativex de CBD/THC spray oral para tratar pacientes com demência no primeiro grande ensaio no Reino Unido. O estudo foi dirigido por investigadores do King’s College London e financiado pela Alzheimer’s Research UK.

Os investigadores estudarão a eficácia do Sativex, um medicamento já aprovado para pacientes com esclerose múltipla, observando 60 pacientes com idades entre os 55-90 anos que vivem em lares de idosos durante a duração do ensaio. O estudo visará aliviar a agressão e a agitação, um dos principais sintomas da demência.

Dag Aarsland, um psiquiatra e o professor que dirige o julgamento, diz:

“As pessoas associam frequentemente a doença de Alzheimer a problemas de memória, mas este é apenas um aspecto de uma condição complexa que pode afectar as pessoas de diferentes formas. Muitas pessoas com Alzheimer podem tornar-se agitadas ou agressivas, e isto pode causar dificuldades para a pessoa com a doença e para aqueles que lhe são próximos”.

Se extractos de espectro total se revelarem eficazes como tratamento para a demência, isto pode ser um avanço para a medicina moderna, dado que os investigadores têm lutado para encontrar soluções eficazes há quase duas décadas.

“Sem novos tratamentos para a demência em mais de 15 anos, é fundamental que testemos uma vasta gama de abordagens para encontrar formas eficazes de ajudar as pessoas que vivem com a doença”, disse David Reynolds, Ph.D., da Alzheimer Research U.K. Reynolds salienta a importância de encontrar um medicamento que não só abrande ou pare a progressão da demência, mas também beneficie o desempenho diário das pessoas.

“Com base em alguns estudos preliminares noutras populações, tais como indivíduos mais jovens com doença bipolar e esquizofrenia, bem como estudos com animais, há pelo menos alguma razão para teorizar que estes medicamentos teriam um benefício”, segue o Dr. Nathan Herrmann, chefe do departamento de psiquiatria geriátrica do Centro de Ciências da Saúde de Sunnybrook, no Canadá, que mostra apoio aos seus colegas no Reino Unido.

O Sativex tem quantidades iguais de THC e CBD. O óleo de cânhamo derivado de CBD contém apenas 0,3% de THC, e não há estudos que examinem os efeitos desta solução de canábis na demência.

Qual é a melhor dose de óleo de CDB para a demência?

Não existem directrizes de dosagem específicas quando se trata de utilizar óleo de CDB para a demência. No entanto, foram realizados vários estudos sobre a eficácia de diferentes doses de CDB para doentes de Alzheimer.

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Como pode o cbd ajudar no tratamento a fibromealgia

Como pode a CDB ajudar com a fibromialgia?

O canabidiol (CBD) é um óleo derivado da cannabis. Um corpo crescente de investigação sugere que a CDB pode ajudar as pessoas com fibromialgia. 

A fibromialgia é uma condição caracterizada pela dor crónica. Estudos sugerem que a CDB pode ajudar a aliviar a dor e a inflamação, pelo que os investigadores estão a investigar os seus efeitos sobre os sintomas da fibromialgia.

Por exemplo, uma revisão de 2020 conclui que embora as provas actuais ainda sejam limitadas, os novos dados sugerem que a cannabis pode ter um efeito positivo na fibromialgia.

Embora a CDB mostre promessa como remédio para esta condição, a investigação ainda tem de provar que é segura e eficaz, e a Food and Drug Administration (FDA) não aprovou a CDB para tratar fibromialgia ou outras formas de dor.

No entanto, a CDB continua a ser uma escolha popular. Este artigo irá explorar a razão pela qual a CDB pode aliviar a dor da fibromialgia. Irá também explorar as suas utilizações mais eficazes e alguns efeitos secundários potenciais.

A CDB é o mesmo que a cannabis?

Em resumo, a CDB não é o mesmo que a cannabis.

A CDB é um dos mais de 100 canabinóides que provêm da planta de canábis. Outro composto em cannabis, chamado tetrahidrocanabinol (THC), é responsável pela produção de uma alta.

Na maioria dos casos, o óleo CBD no mercado é feito a partir de um tipo de cannabis chamado cânhamo, que deve conter legalmente menos de 0,3% de THC.

O óleo concentrado de CDB pode proporcionar maiores benefícios com menos riscos do que a utilização de cannabis medicinal.

Como funciona a CDB contra a fibromialgia?

Os cientistas não podem dizer com certeza porque é que o medicamento parece reduzir alguns sintomas de fibromialgia ou porque é que funciona para algumas pessoas e não para outras, mas os investigadores estão actualmente a testar algumas teorias.

Os efeitos analgésicos da CDB devem-se provavelmente aos seus efeitos sobre o cérebro. Pode interromper as vias nervosas que enviam sinais de dor entre o cérebro e o resto do corpo.

A CDB e outros canabinóides ligam-se a receptores especializados no cérebro de uma pessoa. Um destes receptores, chamado receptor CB2, desempenha um papel na gestão da dor e da inflamação.

Quando a CDB entra no corpo, pode ligar-se aos receptores CB2, ou pode fazer com que o corpo produza canabinóides naturais (endocanabinóides) que se ligam a estes receptores. Isto pode então resultar em dor e inflamação reduzidas.

Um estudo de 2016 sugere que a deficiência de endocannabinoides pode ser a causa de síndromes de dor crónica, incluindo enxaquecas e fibromialgia.

A utilização da CDB pode corrigir esta deficiência, o que explica o sucesso do composto em aliviar a dor crónica.

Contudo, a investigação ainda é limitada, pelo que são necessários mais estudos antes que os cientistas possam compreender plenamente este processo.

Visite o nosso centro dedicado para mais informações e recursos sobre os produtos CBD e CBD.

A CDB é eficaz?

Os investigadores estão agora a realizar investigação de qualidade sobre este método de tratamento. No passado, a investigação tem-se centrado mais na cannabis medicinal do que na CDB em particular. Novos estudos encontram benefícios associados a este composto.

De acordo com os Centros Nacionais de Saúde Complementar e Integrativa, algumas evidências sugerem que a cannabis ou a CDB podem ter benefícios modestos para a dor crónica.

Por exemplo, uma revisão de 2020 conclui que a CDB pode ter benefícios em alguns contextos para aliviar dores crónicas, melhorar o sono e reduzir a inflamação.

Dados anedóticos sugerem também que a utilização de óleo de CDB pode aliviar os sintomas de fibromialgia para algumas pessoas.

Estudos também sugerem que a CDB pode aliviar a dor, melhorar o sono e reduzir a dor refratária em pessoas com várias condições associadas à dor crónica, incluindo fibromialgia, enxaquecas e síndrome do cólon irritável.

As pessoas que usam cannabis medicinal são susceptíveis de ingerir alguma CDB, mas as quantidades exactas são desconhecidas. Há um debate sobre se a CDB é mais eficaz quando uma pessoa a utiliza sozinha ou com canábis medicinal.

Uma combinação de outras substâncias químicas na fábrica pode aumentar os efeitos positivos da CDB e proporcionar benefícios adicionais. Por exemplo, um estudo de 2006 sugere que a CDB funciona melhor em combinação com o THC.

São necessárias mais provas para que os investigadores conheçam a verdadeira eficácia e segurança da CDB contra a dor e condições de saúde crónicas.

O que dizem os estudos?

Uma revisão de 2020 conclui que os novos dados sugerem que a cannabis pode ter um efeito positivo na fibromialgia. No entanto, os investigadores também dizem que as provas actuais ainda são limitadas.

Um ensaio aleatório de 2019 analisa os efeitos do Bediol, um fármaco que contém tanto CBD como THC, em pessoas com fibromialgia. Sugere que mais pessoas a tomar Bediol relataram uma diminuição de 30% nos índices de dor em comparação com as que tomam placebo.

Contudo, outros resultados deste estudo foram inconclusivos, e não é claro se os efeitos foram devidos ao THC ou à CDB.

Um estudo de 2017 conclui que a CDB pode contrariar a hipersensibilidade das células em torno dos nervos em pessoas com dores crónicas, incluindo as que sofrem de fibromialgia. Contudo, também aponta para a necessidade de mais investigação nesta área.

Uma revisão de 2015 analisa a investigação existente sobre a utilização de canabinóides para a dor crónica, embora não especificamente a dor associada à fibromialgia. Sete dos 11 estudos incluídos na revisão sugerem que a CDB alivia a dor.

Outra revisão de 2015 analisa os resultados de 28 ensaios aleatórios e clinicamente controlados de canábis medicinal como um tratamento da dor. Muitos dos ensaios centraram-se na dor associada à esclerose múltipla. A revisão sugere que provas de alta qualidade apoiam o uso de cannabis medicinal para o tratamento de dores crónicas em alguns ambientes.

Será que a cannabis sintética funciona?

Uma análise de 2016 avalia os efeitos de um canabinóide sintético chamado Nabilone na fibromialgia. Os investigadores dizem que os participantes toleraram-na mal e que não teve benefícios significativos em comparação com o placebo.

Por outro lado, uma revisão de 2020 afirma que “os canabinóides sintéticos são uma das classes de medicamentos mais promissoras na medicina da dor”.

A investigação sobre os efeitos da cannabis sintética é limitada, pelo que os cientistas ainda estão a investigar a sua eficácia.

Porque é que tem sido difícil encontrar provas?

Há poucas provas de estudos humanos para apoiar os benefícios do óleo da CDB, uma vez que o uso e investigação de canábis ainda é limitado.

À medida que a cannabis é legalizada em diferentes regiões, a investigação está a ganhar ritmo e a começar a mostrar alguns resultados promissores.

Muitos estudos sobre a CDB têm limitações, incluindo os seguintes:

  • números muito pequenos
  • resultados contraditórios
  • falta de grupos de controlo ou placebos
  • falta de medidas objectivas, confiando antes em medidas de auto-relatação

Outros desafios enfrentados pelos investigadores incluem a obtenção de CBD de alta qualidade ou cannabis médica (devido à falta de regulamentação) e o controlo da dosagem e da potência dos produtos CBD.

Embora um pequeno grupo de estudos sugira que a CDB é eficaz contra a fibromialgia, os dados permanecem mistos e incertos.

Como utilizar o óleo de CDB

Vários websites oferecem instruções de utilização de óleo CDB, mas há poucos conhecimentos especializados sobre a utilização ou dosagem. Algumas pessoas utilizam o óleo topicamente, enquanto outras o utilizam oralmente.

Se possível, as pessoas podem beneficiar de falar sobre dosagens com um médico que tenha conhecimentos sobre CDB e fibromialgia.

Como com qualquer medicamento, é aconselhável começar com uma dose baixa e observar cuidadosamente a reacção do corpo.

A FDA não regula os produtos da CDB da mesma forma que regulam os produtos farmacêuticos, pelo que as empresas por vezes etiquetam mal os seus produtos. Isto significa que é especialmente importante fazer alguma investigação para encontrar produtos de qualidade.

Efeitos secundários

As pessoas geralmente toleram bem a CDB, mas algumas têm relatado efeitos secundários. Alguns efeitos secundários comuns incluem:

  • vertigens
  • náusea
  • boca seca
  • sonolência

As pessoas devem falar com o seu médico antes de tomarem a CDB. A CDB pode interagir com certos remédios de venda livre, suplementos e medicamentos de prescrição, especialmente aqueles que advertem contra o consumo de toranja.

Há também alguma preocupação de que a CDB possa interferir com a capacidade do fígado de quebrar toxinas, perturbando uma enzima chamada o complexo de citocromo P450.

Legalidade

Embora o cânhamo e os produtos derivados do cânhamo contendo menos de 0,3% de THC sejam legais ao abrigo da Farm Bill, ainda existe alguma confusão sobre os detalhes.

A investigação está em curso, e o estatuto legal da CDB e de outros canabinóides varia de estado para estado.

Se uma pessoa nos EUA está a considerar experimentar a CDB, deve verificar as suas leis locais.

Conclusão

A fibromialgia é uma condição crónica. Embora a CDB não a cure, algumas pessoas descobrem que ela pode ajudá-las a gerir os seus sintomas, e a investigação nesta área mostra-se promissora.

A CDB é legal? A Lei Agrícola de 2018 retirou o cânhamo da definição legal de marijuana na Lei das Substâncias Controladas. Isto tornou alguns produtos derivados do cânhamo CBD com menos de 0,3 por cento de THC federalmente legais. Os produtos da CDB contendo mais de 0,3% de THC, contudo, ainda se enquadram na definição legal de marijuana, tornando-os federalmente ilegais mas legais ao abrigo de algumas leis estaduais. Certifique-se de verificar as leis do estado, especialmente quando viaja. Tenha também em mente que a FDA não aprovou produtos não sujeitos a receita CBD, e alguns produtos podem estar incorrectamente rotulados.

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O que é CBD?

o que e o CBD

O que se alega sobre o CBD?

O único uso de CBD que, de modo geral, é reconhecido como sendo seguro e eficaz é no tratamento de determinados distúrbios convulsivos.No entanto, algumas pessoas usam o CBD para tratar muitos outros problemas de saúde, como, por exemplo:

  • Transtorno bipolar

  • Dor

  • Ansiedade

  • Doença de Crohn

  • Diabetes

  • Problemas de sono

  • Esclerose múltipla

  • Sintomas de abstinência de heroína, morfina e outros entorpecentes opioides

O CBD funciona?

Três estudos demonstraram que um produto à base de CBD puro, disponível apenas com receita médica, reduz as convulsões em adultos e crianças com duas formas raras de epilepsia. Nesses estudos, as pessoas foram tratadas com o produto à base de CBD por 14 semanas enquanto continuavam a tomar outros medicamentos anticonvulsivantes. O tratamento com CBD diminuiu o número de convulsões e reduziu sua frequência e gravidade.

Pesquisas sobre outros alegados benefícios de saúde para o CBD incluem estudos de má qualidade e/ou que foram realizados em um pequeno número de pessoas.

  • Em um estudo de pequeno porte, o CBD pareceu reduzir os sintomas de ansiedade e desejo em pessoas abstinentes que apresentavam transtorno por uso de heroína.

  • Outro estudo de pequeno porte observou que em pessoas tratadas com medicamentos antipsicóticos para esquizofrenia, o CBD reduziu os sintomas de psicose.

  • Vários estudos retrospectivos e observacionais sugerem que o CBD pode ter efeitos benéficos em certos quadros clínicos, incluindo dor, ansiedade, problemas de sono e colite. Porém, há outras evidências sugerido que no máximo, esses benefícios são modestos, e esses estudos apresentam limitações importantes (por exemplo, resultados inconsistentes para estudos diferentes, inexistência de comparação com um placebo).

Quais são os possíveis efeitos colaterais do CBD?

O CBD é provavelmente seguro para ser tomado por via oral ou borrifado sob a língua. Em estudos, até 1.500 mg de CBD tomados por via oral por no máximo quatro semanas pareceram ser razoavelmente seguros. Porém, o CBD pode ter efeitos colaterais, como boca seca, pressão arterial baixa, diarreia, diminuição do apetite, alterações de humor, tontura e sonolência.

  • O CBD pode causar lesões hepáticas, sobretudo se não for usado sob supervisão médica.

  • Os contaminantes em alguns produtos à base de CBD podem prejudicar fetos ou bebês e, portanto, o CBD possivelmente não é seguro para gestantes ou lactantes.

  • Pessoas com doença hepática que usam CBD talvez precisem tomar doses mais baixas que as tomadas por pessoas saudáveis.

  • Doses altas de CBD podem piorar tremores e outros movimentos indesejáveis em pessoas com doença de Parkinson.

  • Em estudos em animais, o CBD diminuiu o desenvolvimento de espermatozoides e o tamanho dos testículos, de modo que ele talvez possa afetar a fertilidade em homens.

  • Alguns produtos à base de CBD estão contaminados com solventes, inclusive alguns que podem causar câncer, bem como pesticidas, metais pesados, bactérias e fungos. Alguns desses contaminantes podem ser prejudiciais ao feto.

  • Um produto sintético vendido no estado de Utah causou algumas intoxicações agudas.

Quais interações medicamentosas ocorrem com o CBD?

O CBD pode acelerar ou retardar a decomposição de determinados medicamentos pelo organismo e, portanto, diminuir ou aumentar a concentração desses medicamentos no corpo.

Exemplos de medicamentos que podem aumentar a concentração de CBD no sangue incluem:

  • Vários tipos de medicamentos usados para tratar a epilepsia (incluindo brivaracetam, carbamazepina, clobazam e topiramato)

  • Everolimo e tacrolimo, medicamentos usados para, por exemplo, prevenir a rejeição de órgão após um transplante

  • Metadona (usada para tratar pessoas viciadas em opioides)

  • Outros medicamentos, incluindo amitriptilina (um antidepressivo tricíclico que às vezes é usado para tratamento da dor crônica), varfarina (um anticoagulante), omeprazol (um tipo de medicamento chamado inibidor da bomba de prótons, usado para diminuir a produção de ácido gástrico), nicotina, lítio (um estabilizador do humor) e cetamina (um anestésico ocasionalmente usado para tratar a depressão)

É possível que o CBD interaja de outras maneiras com outros medicamentos, como, por exemplo,

  • sedativos, como benzodiazepínicos, fenobarbital e morfina, bem como álcool: o CBD pode causar sonolência e, portanto, tomar o CBD juntamente com sedativos pode causar excesso de sonolência.

  • Fenitoína e rifampicina: podem diminuir a concentração de CBD.

  • Levotiroxina, varfarina e alguns medicamentos anticonvulsivantes: o CBD pode aumentar as concentrações séricas desses medicamentos e, com isso, potencializando e intensificando seus efeitos.

  • Ácido valproico: Tanto o ácido valproico quanto o CBD podem causar lesão hepática; portanto, a combinação de CBD e ácido valproico pode aumentar a chance de ter lesão hepática.

Recomendações

Um produto puro à base de CBD, disponível apenas com receita médica, reduz o número de convulsões, bem como sua gravidade e frequência em adultos e crianças que tomam outros medicamentos anticonvulsivantes para uma dentre duas formas raras de epilepsia.

Nenhum outro efeito benéfico à saúde pelo CBD foi confirmado por estudos de alta qualidade realizados em pessoas.

O CBD pode ter efeitos colaterais, como boca seca, pressão arterial baixa, diarreia, diminuição do apetite, alterações de humor, tontura e sonolência. No entanto, efeitos colaterais sérios são raros e o CBD provavelmente é seguro para a maioria das pessoas.

  • Gestantes e lactantes e pessoas com doença hepática, doença de Parkinson e homens que querem ter filhos não devem tomar CBD.

  • Tomar CBD enquanto estiver tomando outros medicamentos que podem causar sonolência ou tomando bebidas alcoólicas pode causar sonolência extrema, o que pode ser perigoso.

  • As pessoas que tomam medicamentos (incluindo sedativos, medicamentos anticonvulsivantes, alguns antidepressivos, ácido valproico e medicamentos para prevenir a rejeição de órgãos transplantados) devem conversar com o médico antes de tomar CBD.

  • As normas relacionadas ao CBD são complicadas e confusas. Se uma pessoa optar por tomar CBD, ela deve adquirir o produto de uma drogaria ou farmácia e procurar por um “Certificado de autenticidade”.

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CBD: efeitos adversos ao pormenor

O canabidiol é estudado há muito anos e os resultados têm sido publicados em diversas publicações científicas. O site Pubmed é uma das principais fontes de informação pública acerca do canabidiol, canabinóides e canabis medicinal. Desde há vários anos que os investigadores não apresentavam contra-indicações formais quanto a tomar canabidiol (CBD).

Recentemente, um grupo de pesquisadores efetuou uma revisão sistemática e de metanálise de ensaios clínicos randomizados, com a lente científica a procurar resultados quanto a possíveis efeitos adversos do CBD.

O trabalho foi realizado por investigadores do King’s College de Londres, Addiction and Mental Health Group (Grupo de Saúde Mental e Dependência, em tradução livre) e pelo Instituto Nacional de Pesquisa e Saúde.

Como esclarece a publicação de Abril de 2020 no site Pubmed, foram incluídos ensaios clínicos randomizados, duplo-cegos, controlados por placebo e com duração igual ou superior a sete dias. Realizaram-se 12 ensaios que reuniram informação e dados de 803 participantes.

CBD é tolerado pela maioria das pessoas

Analisaram-se situações diversas como diminuição de apetite, sonolência ou sedação, problemas relacionados com função hepática, diarreia e pneumonia.

Algumas destas condições – pneumonia, sonolência/sedação ou constrangimento de função hepática – foram associadas a tratamentos na epilepsia infantil. Os investigadores assumiram que o CBD interagiu com a medicação que estava a ser administrada, como Clobazam e/ou Valproato de Sódio.

Excluindo a situação específica de epilepsia infantil, o único resultado co-lateral associado ao CBD foi diarreia. Os pesquisadores concluíram que o canabidiol é bem tolerado pela maioria das pessoas, sem efeitos adversos associados. Este resultado vem na linha de outros estudos já publicados sobre esta substância, que ocorre naturalmente na cannabis. Alguns trabalhos científicos têm como denominador comum eventuais distúrbios intestinais como uma “contra-indicação” do CBD.

O canabidiol é aconselhado em diversas patologias, como em alguns casos de cancro, por exemplo. Em Portugal, o potencial terapêutico do CBD e outros canabinóides é reconhecido pelo Infarmed, que tem uma lista de aprovações própria.

Tal como noutras situações estudadas e acompanhadas por médicos e investigadores, aconselha-se tomar CBD sob aconselhamento e acompanhamento de um profissional de saúde capacitado.

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Ansiedade e Stress

´O uso de canabinoides administrados por via oral para o tratamento da ansiedade surge num texto védico datado, aproximadamente, do ano 2000 a.C e representa uma das utilizações mais comuns desta planta em várias culturas. O THC pode aumentar a ansiedade em alguns pacientes, enquanto a reduz noutros. Contudo está demonstrado que o CBD reduz a ansiedade de forma consistente quando a planta possui uma elevada concentração deste composto. Individualmente considerado, o CBD demonstrou ter um efeito redutor da ansiedade e vários estudos em animais e seres humanos. O efeito de redução do stress parece estar relacionado com a sua actuação sobre o sistema límbico e paralímbico do cérebro.

Em 2012, vários estudos internacionais foram submetidos a revisão, concluindo-se  que o CBD tem demonstrados efeitos na redução da ansiedade, em particularidade na ansiedade social, em inúmeros estudos apelando para a necessidade de se realizarem mais ensaios clínicos. Dois anos depois, os investigadores de um estudo em animais acerca do stress e do sistema endocanabinoide afirmaram que o aumento do sistema endocanabinoide pode ser uma estratégia eficiente para reduzir as consequências comportamentais e físicas do stress.

Estas descobertas parecem confirmar a ideia de que o efeito ansiolítico da administração prolongada do CBD em ratos stressados depende da sua ação pró neurogénica no hipocampo de adultos, facilitando a sinalização através do sistema endocanabinoide’

 

CBD Guia do utilizador para canábis medicinal

Leonard Leinow e Juliana Birnbaum

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CBD e as Doenças autoimunes

‘As doenças auto-imunes representam um problema de resposta por parte do sistema imunitário do corpo. Numa reação autoimune, os anticorpos e as células do sistema imunitário atacam, erradamen-te, os tecidos saudáveis, alertando o organismo para o fazer em praticamente todas as partes: coração, cérebro, nervos, músculos, pele, olhos, articulações, pulmões, rins, glândulas, aparelho digestivo e vasos sanguíneos, todos podem ser afetados por este problema.

Os canabinóides já provaram a sua eficácia no tratamento de disfunções que impliquem uma ativação excessiva de resposta imunológica e o stress oxidativo que lhe está associado. Os receptores canabinóides (CB1 e CB2) encontram-se nas células do sistema imunitário. Os canabinóides como o THC e o CBD, fazem disparar estes receptores, o que estimula a regulação imunitária, com a redução de produção de oxitocina e quimiocina e o aumento da produção de linfócitos T. Os canabinóides podem ser úteis para as dores provocadas por doenças autoimunes, quer através das duas propriedades analgésicas, quer reduzindo as inflamações que normalmente provocam a dor. O THC e o CBD agem sobre os receptores CB1 e CB2, que se demonstrou estarem envolvidos nas dores associadas às inflamações.

Recomenda-se que os pacientes consultem um profissional de saúde com experiência na prescrição de CBD ou de canábis medicinal para que a dosagem e os métodos de administração sejam escolhidos e calibrados numa base individual.’

‘CBD Guia do utilizador para a canábis medicinal’ Leonard Leinow e Juliana Birnbaum

CBD e as doenças autoimunes